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    • 2014-10-15 20:53:2115 Outubro 2014
    • #1

    Olaa. Alguma vez sentiram um nó na garganta, mesmo não estando nervoso/ansioso? Tenho algo assim, não tenho tosse, mas é bastante desconfortável, está sempre "a moer" a garganta. O que será?


    • 2014-10-24 17:50:3424 Outubro 2014
    • #2

    Pessoal como é ruim isso,comecei com falta de ar,depois algo agarrado na garganta e agora uns estalos ao engolir,procurei um otorrino fiz exame na laringe não deu nada,faz uns três meses, e tomo pantoprazol e omeprazol o omeprazol ajudou um pouco mas ainda não consegui resolver este problema,isso dá uma tristeza uma sensação ruim o tempo todo,só Deus para ajudar mesmo.

  1. Olá Sassy,

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    • 2019-07-11 08:48:2011 Julho 2019
    • #4

    Refluxo gastroesofágico pode afetar também a laringe e a faringe

    Se você tem com freqüência pigarro, tosse crônica, rouquidão e dor de garganta, atenção! O culpado por isso pode ser o refluxo, um retorno do conteúdo ácido do estômago para o esôfago, que pode também atingir a laringe e a faringe. Todos nós apresentamos, normalmente, vários episódios de refluxo ao longo do dia, principalmente após as refeições. Porém, quando o refluxo se torna excessivo, causando sintomas ou lesões, denomina-se doença do refluxo gastro-esofágico (DRGE).

    O quadro clássico costuma se manifestar com dores no estômago, má digestão e queimação na altura do esôfago. O sintoma mais comum é a azia (pirose), que ocorre por causa da acidez elevada do suco gástrico refluído. O ácido atinge regiões não preparadas para esse contato, provocando inflamação crônica.

    Estudos realizados nos últimos dez anos mostram a incidência da forma atípica de manifestação da doença, chamada de refluxo laringofaríngeo, problema que está chamando a atenção dos especialistas. Quando ultrapassa o esôfago e sobe até a garganta, pode ferir as cordas vocais e a faringe, afetando assim a saúde vocal e prejudicando principalmente os profissionais da voz, como professores, cantores, locutores. O refluxo também traz outras conseqüências, tais como a halitose (mau hálito), rinites e sinusites crônicas, e problemas dentários (cáries, gengivites e aftas).

    Por causa da ausência dos sintomas clássicos, demorou-se muito tempo para que os médicos conseguissem identificar quem eram esses doentes e quais manifestações apresentavam. "São sintomas que nada tem a ver com o refluxo clássico, mas sim com o fato de o ácido ter subido na garganta e queimar aquela região", afirma a Profª Assistente do Departamento de Otorrinolaringologia da Santa Casa de São Paulo, Cláudia Eckley. A garganta fica vermelha, inchada e isso causa, na região de transição entre o esôfago e a faringe, "uma sensação de pigarro ou algo parado na garganta". Para o refluxo laringofaríngeo, as manifestações mais comuns são tosse seca, pigarro e rouquidão, principalmente pela manhã, ou após as refeições.

    Hoje já existe tratamento para o refluxo, que é feito com medicamentos e dieta. A alimentação deve ser fracionada (menores quantidades em intervalos menores entre cada refeição) e balanceada, evitando-se alimentos ácidos, frituras, gorduras, refrigerantes e molho de tomate. Perda de peso é recomendada. Os otorrinolaringologistas condenam o uso de pastilhas, balas e gengibre, que provocam uma falsa sensação de alívio e apenas "disfarçam" o problema.

    Se não for tratado, o refluxo na laringe e faringe, associado principalmente à bebida, drogas ou cigarro podem causar irritações graves na garganta, levando ao aparecimento de feridas nas cordas vocais e podendo até transformar-se em um câncer.