Participar & Escrever

  1. Presenciar um acidente ou uma doença súbita é algo que esperamos nunca nos acontecer. Contudo não podemos fugir caso suceda.

    É inegável que, em muitas situações, um simples auxílio de suporte básico de vida ("respiração boca-a-boca" e outros procedimentos básicos) podem ser fundamentais na sobrevivência de alguém, enquanto a ajuda médica não chega.

    Não deveria, pois, serem as bases de socorrismo leccionadas de forma gratuita? Não valeria a pena integra-la no curriculum escolar do 12º, por exemplo? Um curso básico de socorrismo é algo simples e rápido, um jovem de 16/17 anos é perfeitamente capaz de o fazer. E isso poderia fazer a diferença em diversos casos de acidente.

    Já agora, aproveito para aconselhar a todos os forunistas que, caso possam, façam um curso por vossa conta. Já participei num da Cruz Vermelha, e acho os resultados excelentes :big_grin_wink:


    • 2010-03-21 01:56:5121 Março 2010
    • #2

    Acho que sim...

    Eu tive a disciplina no liceu e ajudou-me muito. Mas eu tive porque pertencia à Area A- Saúde, que julgo já não existir ou ter sido substituída por outro nome...

    Gostei muito e deu-me conhecimentos básicos mas essenciais para ajudar a salvar uma vida.

    Há dois anos, voltei a ser convocada para tirar um curso de 1ºs socorros no emprego. Claro que acedi, finalizei o curso com uma excelente avaliação e hoje tenho o diploma e o cartão para poder auxiliar quem da minha ajuda necessitar ( o meu "apito" para a realização do SBA anda sempre na minha mala :smile:)

    Serviu para recordar muita coisa e tive também a sorte de poder aprender com os Bombeiros como podemos/devemos proceder em caso de incêndio dentro e fora de casa.

    Por acaso, a tua formadora não foi a Isabel Fernandes? Foi fantástica! :smitten:

  2. Deve fazer-se a reciclagem do curso de 2 em 2 anos. O meu cartão de socorrista da Cruz Vermelha entretanto já expirou, mas como voltei a fazer o curso na faculdade, não vale a pena fazer a reciclagem lá.

    Actualmente não existe área de saúde no liceu, nem qualquer disciplina de socorrismo, mesmo que opcional, pelo menos no espectro das obrigatórias, que eu tenha conhecimento (em escolas públicas).

    Não me lembro mesmo como se chamava a formadora. Era uma enfermeira do INEM muito simpática. Eu fiz na escola da Cruz Vermelha, na Av. Gago Coutinho. Era um curso com 24 horas de duração e que incluia outras competências além do Suporte Básico de Vida.

    • 2010-03-25 23:41:1125 Março 2010
    • #4

    Eu realizei o dos Bombeiros na sede em Sintra.

    Foi onde aprendi pela 1ª vez a pegar nos vários extintores existentes e a "combater" o fogo, algo que nunca tinha feito ( e espero nunca ter que o fazer que é um excelente sinal)

    Quanto ao curso de 1ºs socorros foram três dias nas instalações da empresa onde aprendi a fazer de tudo desde o SBV até ao colocar as vítimas nas macas e os seus cuidados para cada caso.
    A formadora trabalhou nas ambulâncias da Cruz Vermelha durante anos e agora dedicava-se a passar a informação a pessoas como eu e tu...
    E posso dizer que embora eu estivesse entusiasmada por ir rever a "matéria" esta sra deu muito de si e esteve de parabéns durante todo o curso. :smile:

    Nunca é fácil colocar pessoas de outras áreas a lidar com ... qualquer coisa.
    Quando somos jovens idealizamos muitas coisas e depois, acabamos por arranjar um emprego que não é ou fez parte dos nossos sonhos.
    Acabamos por nos conformar e tendemos a "estupidificar" na profissão. Ouvi isto hoje na "Prova oral" e julgo ser a palavra adequada para descrever grande parte do nosso comportamento diário. :tongue:

    Isto tudo para dizer que aquela sra, motivou todos os colegas que comigo participaram. Foi fantástica! Foi entusiástica!
    E gostei mesmo muito e todos deveríamos fazê-lo!
    Conhecimentos básicos que podem salvar vidas :smile:

  3. Não partiste costelas aos bonecos? :big_grin_squint: Os da CV tinham um "simulador de costelas", ou seja, se fizessemos demasiada força nas compressões ouvia-se as costelas a partir. E fizemos também em modelos de bébés...e isso sim faz confusão, algo tão frágil.

    • 2010-03-27 01:26:3927 Março 2010
    • #6

    Sabes que utilizámos um boneco daqueles que podias observar a respiração quando aplicavas o SBV?
    Quase parecia real... o KEN! :big_grin_squint:

    Não fizemos a simulação com bebés mas fizemos uns com os outros... Mas sempre com muito respeito :smitten:

  4. Há bonecos desses fantásticos. Além desses de SBV (os da minha faculdade até têm um indicador da força que estás a fazer), há alguns que permitem auscultação de sons cardíacos e respiratórios, patológicos ou normais, basta mudar uma "cassete". E é bastante real, mesmo.

  5. Acho importante e quem puder ter esse curso faz bem eu sinto-me uma pessoa realizada pois já consegui salvar uma vitima de engasgamento e ajudar mais algumas ,se não fosse o SBV e a ajuda preciosa da formadora talvez não tive-se coragem de acabar o que começei e agora so espero ajudar quem precise de mim:big_grin_squint::big_grin_squint::big_grin_squint:

  6. Agradeço em especial á Enfermeira que me formou não foi fácil me aturar durante 50 horas UM BEIJO DO TAMANHO DO MUNDO para a Formadora SANDRA LOPES "GUILHERMINA" CRUZ VERMELHA----CARREGADO:silly::big_grin_squint:

  7. O facto de ter salvo uma pessoa já faz com que todo o curso tenha valido a pena :wink:

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  8. Continuo a fazer o meu trabalho de ajudante de acção directa.
    Trato de idosos dá-se muito de nós mas recebemos muito em troca em especial quando conseguimos salvar a vida dessas pessoas para que possam viver mais um pouco.
    Com vários problemas de saúde muitos deles dependem da nossa atenção e cuidado graças ao SBV podemos fazer algo mais quando necessário.
    ADORO O MEU TRABALHO:smitten::smitten: